Quem matou os Beatles?

Há 49 anos, no telhado da Apple Corps,
eles davam seu último show.
O escritor britânico Ray Connolly esteve com a banda
até os últimos dias e responde a polêmica
que devastou uma geração de fãs.


Imagem: Equipe News

John Lennon fez muitas coisas fantásticas na vida,
mas a mais fantástica delas pode ter sido
a destruição proposital dos Beatles, em 1969.
Quem não achou nada fantástico foram os milhões de fãs
inconsoláveis no mundo todo. Nem Paul McCartney, que,
se sentindo abandonado, foi para a sua fazenda na Escócia
e entrou em depressão profunda. Matando os Beatles
antes de eles poderem nos decepcionar
- o que invariavelmente teria ocorrido,
com a música mudando de cara e os novos discos
não agradando tanto quanto os que até hoje adoramos,
Lennon os congelou para sempre, no auge.

No momento da separação, eu era repórter
do jornal London Evening Standard, incumbido de assuntos
ligados ao rock. Hoje, jornalistas são mantidos
longe das estrelas por legiões de assessores. Mas, na época,
era diferente. E só após anos me dei conta do extraordinário
acesso que tive aos Beatles desde 1967,
com Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band marcando o topo
da carreira deles, até 1972, ano em que a dissolução da banda
já tramitava na Suprema Corte inglesa.
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Fonte: Aventuras na História

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