Churros | Alimento muito popular nos países latino-americanos

Churro é um alimento de origem ibérica,
muito popular nos países latino-americanos.



Este doce é preparado com massa a base
de farinha de trigo e água, em formato
cilíndrico e frito em óleo vegetal.

Logo após, ele pode ser salpicado com uma camada
de açúcar por fora (opcionalmente, também com canela).
Sendo um doce originário de Portugal e Espanha,
é bastante consumido nos países hispano-americanos, desde o México
até a Argentina. Porém, nestes países,
o churro geralmente não possui recheio (como ocorre no Brasil),
este geralmente de doce de leite ou chocolate.



No Uruguai, Argentina e outros países da América Latina,
o churro também pode receber recheio.
É comum, no Brasil e em Portugal, vendedores ambulantes
em carrocinhas parecidas com as de cachorro-quente
comercializarem o produto em praças e eventos
a céu aberto, como feiras e festas municipais.



A preparação do churro é feita com uma ferramenta na qual
a massa fica armazenada e, através de um dispositivo de pressão,
tal qual uma manivela, envia a massa para uma forma,
que confere o aspecto estriado da massa com um canal central.
Logo após, essa massa preparada é frita em óleo vegetal
e deixada em repouso até a inserção do recheio e posterior consumo.

A inserção do recheio é realizada com uma espécie de tubo,
que despeja o recheio no interior do churro.



História

Os portugueses partiram para o oriente, quando trouxeram
com eles novas técnicas culinárias, incluindo modificar
a massa de You tiao também conhecido como Youzagwei no sul da China.
No entanto, modificaram o aspecto para a forma de estrela,
porque não aprenderam a habilidade chinesa de "puxar" a massa
(o imperador chinês tornou crime com pena de morte para quem
compartilhasse o conhecimento com os estrangeiros).
Como resultado, churros não são "puxados", mas sim extrudado
através de um molde em forma de estrela.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Churro

Youtiao | 油条 | Cozinha chinesa

Youtiao
Massa de pão frito
da cozinha chinesa e outras cozinhas
de paises do Oriente e do Sudeste Asiático.



Convencionalmente, youtiao são levemente salgados
e feito para que eles possam ser rasgados
longitudinalmente em dois.



Youtiao são normalmente consumidos como acompanhamento
para o arroz mingau ou leite de soja .

Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Youtiao

Tequila Slammer | Drink | Coquetel

A Tequila Slammer (conhecido no México como muppet,
ou comumente grafada como mopet)
é um cocktail servido em um "copo rochas".



Ela é feita com partes iguais de tequila
e uma bebida gaseificada, muitas vezes, ginger ale, limonada,
ou Mountain Dew (embora o mix original é com limão-limão Yoli,
um refrigerante de Acapulco - e, em meados da década de 80,
com grapefruit aromatizado Tutuca ).



Champanhe também pode ser utilizada, e isto chama-se
"Slammer Royale" ou "Slammer dourado".
Saiba mais sobre o drink
Tequila Slammer

Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Tequila_Slammer

Aventurina | Coragem, otimismo e criatividade

Segundo a tradição, ela oferece
coragem, otimismo e criatividade.
Pedra preciosa que age especialmente na pele,
irritação dos olhos e tem efeito
calmante sobre os nervos.
Ela é indicada para resistência,
paciência e sensação de bem estar.



Efeitos para o Corpo:
A aventurina atua especialmente sobre a pele,
favorecendo a cura de alergias cutâneas.
Atua também contra a queda de cabelo,
caspa e problemas capilares em geral.



Recomenda-se colocar a Aventurina à noite
dentro de água e limpar os cabelos ou a pele doente.
Acalma a irritação dos olhos e pode ser empregada
como complemento do banho para sensação geral de bem-estar.



Indicações:
Olhos, tecido conjuntivo, cabelos, pele,
coração, unhas, células nervosas.

Efeitos para a Mente:
A Aventurina minora perturbações psicossomáticas e medos.
O efeito calmante sobre os nervos
traz alegria e levanta a moral.
Na meditação, ela é apreciada devido ao reconhecimento
de bloqueios profundos e das perturbações psicossomáticas.

Indicações:
Resistência, Paciência, equilíbrio emocional,
sono, sensação de bem-estar.

Fonte:
http://www.pedraspreciosasbrasileiras.com.br/pedras/pedras-preciosas-18
http://blog.artstones.com.br/o-poder-das-pedras/aventurina/efeitos-da-aventurina/

kimchi | 김치 | kimchee | Gimchi | Culinária da Coréia do Sul

O Kimchi é comida tradicional da Coreia,

é um dos pratos mais importantes
e diversificados da gastronomia Coreana.

O Kimchi é fermentado e tem um sabor acide e picante.
Na Coreia, existe mais de 100 tipos diferentes de Kimchi.
O Kimchi de Couve chineses(Baechu Kimchi) é um dos mais famosos.



O Kimchi é um acompanhamento perfeito para arroz ou massas.
Na Coreia, o Kimchi é servido em duas ou três refeições,
diariamente como um acompanhamento. Nos últimos anos,
o Kimchi tem ficado cada vez mais popular em muitos
países asiáticos, por exemplo, Japão, China, Tailândia, etc...

Como o Kimchi é um prato fermentado, é possível conserva-lo
durante um longo período. Com o decorrer do tempo,
o Kimchi torna-se cada vez mais acido.

O Kimchi acido é um ingrediente muito utilizado em vários
pratos populares na Coreia, por exemplo, arroz xau xau
com Kimchi, pancake de Kimchi, ensopado de Kimchi etc...
Saiba mais sobre o kimchi
comida tradicional da Coreia


Fonte: http://mundo-delicioso.blogspot.com.br/2011/05/kimchi.html

Rabada | Prato típico da culinária européia

Rabada é um prato especialmente apreciado no Brasil.
Típica da culinária européia, como a Oxtail Soup da Inglatera,
a Sopa de Rabo de Boi em Portugal, e muito apreciada na França.



Essa iguaria consiste num guisado específico da cauda do boi
- popularmente conhecida como rabo - a qual se adicionam verduras
e legumes apropriados (como tomates, cebolas e pimentões)
juntamente com temperos frescos e secos.

No Brasil, a rabada tradicionalmente, é acompanhada de arroz,
polenta, angu ou batatas cozidas com agrião.



Aqui está uma receita de Rabada, experimente:

1 unidade(s) de rabo bovino (aproximadamente 01 kg ou mais um pouco)
3 tomate cortados em cubos 01 pimentão verde picado
cebola cortada em cubos 4 dentes de alho amassados,
350 ml de cerveja preta,
Pimenta-do-reino preta Pimenta calabresa (desidratada)
3 folha(s) de louro Sal a gosto



Comece limpando a carne, tirando o máximo possível da gordura.
Tempere com o sal e pimenta do reino. Em uma panela bem quente,
selar a carne. Quando soltar um pouco da gordura, acrescentar a cebola
e quando estiver dourada, colocar o alho. Em seguida coloque o tomate,
a cebola, o pimentão e os temperos. Cubra tudo com a cerveja preta.

Deixar ferver por 15-20 minutos. Se a cerveja não cobrir a mistura
coloque água (com caldo de carne se quiser).
Cozinhar por 2h a 2 e 1/2 hora em panela comum.
Se for feita na panela de pressão, diminui o tempo de cozimento,
mas exige atenção maior pra não queimar.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Rabada

Abiu | Fruto Típico da Região Amazônica

Abiú vem do tupi-guarani e significa Fruta com ponta.
Fruto típico da região amazônica.
Cresce espontaneamente na Amazônia, adaptando -se
para cultivo nas regiões
litorâneas do Oiapoque até Santos.
Cultivada em quase todo o país,
prefere solos profundos e humosos.
ultiplica-se por sementes,
produzindo 200 frutos por árvore,
podendo atingir até 1.000 frutos.

Árvore frequentemente com até 10 metros de altura,
tronco de casca áspera, copa densa e esgalhada.
Folhas lisas e brilhantes.

As flores são pequeninas, brancas
com pétalas amarelo-avermelhadas
e aparecem diretamente do tronco,
nos ramos desnudados abaixo das folhas.
A forma da fruta difere
bastante de uma variedade para outra,
podendo ocorrer frutos inteiramente
redondos, ovais e mesmo alongados,
globoloso todos eles do tamanho aproximado
de um ovo grande de galinha ou de pata.



Sua superfície é lisa e contém
uma polpa gelatinosa, branca ou amarelada,
às vezes adocicada, às vezes sem sabor e, às vezes,
para o prazer de muitos, dulcíssima.
A polpa branca é mucilaginosa e muito doce,
e envolve uma a quatro sementes lisas e pretas.



Pode ser consumida ao natural ou como geléia.
Como fruta fresca, deve ser consumida exclusivamente
quando estiver bem madura e amarela, pois, do contrário,
sua casca libera um leite branco e viscoso que adere aos lábios,
provocando uma sensação bastante desagradável. Por outro lado,
esse mesmo látex e um outro - que sai da casca da árvore -
são utilizados na produção de cola e de remédios caseiros.



A fruta é aproveitada quase sempre in natura podendo, porém,
ser conservada até uma semana, quando refrigerada,
ou então, processada como geléia.
Frutificação de janeiro a março.

Fonte: http://www.arara.fr/BBABIU.html

Fadigas on Fire | Drink | Coquetel

Cuidado ao misturar tequila com absinto
não é pra fracos, mas é delicioso.



Ingredientes:

1/3 de Licor de Menta
1/3 de Tequila Envelhecida
1/3 de Absinto
Canela

Acessórios:

Isqueiro (você já vai saber pra que…)
2 copos, um de tequila (short glass) e um maior (tall glass)

Como fazer:

Num copo de tequila (short glass) coloque(nessa ordem):

1/3 de licor de menta, 1/3 de tequila envelhecida, 1/3 de absinto.

As três bebidas formam camadas separadas. O licor fica bem separado
da tequila, mas da tequila para o absinto tem que fazer com
bastante cuidado se não mistura. A bebida vai ficar como
uma base verde com um degradê de amarelo para verde.

Depois você acende o absinto e joga canela segurando um copo
de cabeça para baixo fazendo a fumaça entrar (como na foto).
Então você encobre o copo da bebida com o copo
com a fumaça até o fogo da bebida apagar.

No momento que você tirar o copo com a fumaça virado para baixo
e botar um guardanapo na boca do mesmo para manter a fumaça dentro,
você bebe o drink todo com um canudo, tentando beber primeiro
o licor (encostando o canudo no fundo do copo). Por último,
você fura o guardanapo do copo de fumaça e,
com o canudo, suga toda a fumaça do copo!

Parece ser difícil de fazer, mas em pouco tempo fica automático.
Se não te desmaiar primeiro, é claro.

Dica @meudrink
A primeira vez é melhor fazer sóbreo, bêbado fica mais complicado

Fonte: http://www.meudrink.com.br/drinks/alcoolicos/fadigas-on-fire/

Amonite | Fóssil de Animal Marinho

Fóssil de animal marinho
que viviam dentro de uma concha espiraladas.
Mediam de alguns centimetros a 1 metro.
Seu nome vem do Deus egipcio Amon
(Deus com chifres enrolados).



Os amonites, constituem um grupo extinto de moluscos
cefalópodes surgido no período Devónico e que desapareceu
no final do periodo Cretácico, que também vitimou os dinossauros.

As amonites eram animais marinhos, que ocupavam
o nicho ecológico das actuais lulas.
Tinham dimensões muito variáveis,
desde alguns centímetros a um metro de diâmetro.
O animal vivia dentro de uma concha espiralada
de natureza carbonatada, semelhante à dos Nautilus actuais.



As conchas de amonite são um tipo comum de fóssil
em formações marinhas do Mesozóico. Em estratigrafia,
as amonites são consideradas excelentes fósseis de idade.
As amonites viviam no meio aquático e eram carnivoras,
usavam os seus tentáculos como pés para se deslocarem.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ammonoidea

Anidrita | Pedra | Sustentação e força no plano físico

Nos ajuda a aceitar a encarnação.
Pedra preciosa que ameniza o apego ao passado
e nos faz aceitar a vida como ela é.



Anidrita se apresenta nas cores:
incolor, azul,cinza e violeta.
Trata-se de uma pedra que dá
sustentação e força no plano físico.
Promove a aceitação do corpo físico
como receptáculo transitório da alma.



Anidrita ajuda-nos a encarar
com serenidade o que o amanha pode nos reservar.
É uma otima pedra para pessoas que relutam
em aceitar a encarnação e que anseiam pelo estado pós-morte.



Anidrita nos ensina a aceitar tudo o que a vida traz,
amenizando o apego ao passado, essa pedra contribui
com terapia de vidas passadas, mostrando a dádiva
que representa cada aspecto do presente.

Fonte:
http://www.pedraspreciosasbrasileiras.com.br/pedras/pedras-preciosas-92
http://caminhodoscristais.blogspot.com.br/2010/10/anidrita.html

Mocotó | Caldo de mão de vaca | Tradição na capital carioca

O prato foi sendo criado no Brasil devido
aos seus ingredientes ricos e nutritivos
e de baixo custo aproveitados quando do abate de gado
tanto nas regiões pecuárias como
nos matadouros dos centros urbanos.


Este prato tem sua origem bem remota,
advindo da tradição portuguesa, que fazia o caldo de mão-de-vaca.

No século XIX, na cidade do Rio de Janeiro era anunciado
o "caldo de mão de vaca" para a primeira refeição do dia.


Esse hábito virou tradição na capital carioca e até hoje
é comum os bares e botequins daquela cidade oferecerem
o caldo de mocotó em canecas ou pequenas tigelas de porcelana branca.

É comum encontrar outra explicação, sem fundamentação histórica de que,
na época das charqueadas, os escravos a faziam para seu sustento,
quando as partes do boi desprezadas pelos patrões, como pata, úbere,
tripa grossa, e outros pedaços por serem considerados menos nobres,
eram recolhidas pelos escravos, que as limpavam e as colocavam a ferver.

Esse tipo de explicação popular também às vezes,
da mesma forma se refere à criação da feijoada brasileira.
A receita básica do mocotó leva, além do mocoto cozido pedaços de linguiça,
feijão branco, ovos cozidos picados, tempero verde
e outros ingredientes como pimenta malagueta.

No Rio Grande do Sul, o mocotó é especialmente saboreado no inverno,
em virtude de ser um prato quente, com grande fonte de calorias e ideal
para as temperaturas baixas da região sul do país.
Uma característica do mocotó gaúcho é que além da pata bovina é acrescido
de dobradinha como elemento fundamental do prato,
além de tripa e a coalheira (um dos estômagos bovinos).

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mocot%C3%B3

Monções | Fenômeno típico da região sul e sudeste da Ásia

As monções são um fenômeno típico da região sul
e sudeste da Ásia, onde o clima é condicionado por
massas de ar que ora viajam do interior do continente
para a costa, monção continental, ora da costa para
o continente, monção marítima.



Devido às diferenças de temperatura e pressão das
massas de ar sobre o continente e o mar
o clima de países como a Índia e o Paquistão
é inteiramente afetado pelo regime das monções.

Durante o verão, que vai de junho a agosto, o calor
aquece rapidamente terra do continente que absorve
calor bem mais rápido do que o oceano
(a terra pode chegar a 45ºC). Com o aquecimento da terra,
as massas de ar sobre o continente também ficam mais quentes
e sobem dando lugar a uma rajada de ventos
vindos do oceano Índico, que, como toda massa de ar que
se forma sobre os oceanos, vem carregada de umidade.



Essa umidade é despejada
(praticamente toda a taxa de precipitação anual)
sobre o continente em chuvas torrenciais que podem durar dias.
Esse é o período das monções marítimas que
todo ano causam enchentes nessas regiões.



Após essa fase úmida, no inverno, ocorre o inverso, as massas
de ar do continente esfriam mais que as massas oceânicas e é
a vez dos ventos vindos das cordilheiras do Himalaia, descerem
rapidamente em direção ao Índico, empurrando as massas úmidas
do oceano para longe e ocasionando um longo período de estiagem
que chega a ceifar centenas de vidas. Essas são as
monções continentais que acabam
influenciando também o clima da Oceania.

Assim, a cada ano as monções marítimas e continentais vão se
revezando ora trazendo, ora empurrando a umidade. O problema é
que às vezes a monção marítima atrasa deixando estas regiões
da Ásia em uma séria crise por causa da seca. Na década de 70,
num dos piores períodos de seca da região, as monções se atrasaram
e cerca de 10 milhões de pessoas, só na Índia,
morreram por causa da falta de água.



É claro que o regime das monções é bem mais complexo do que
como está descrito acima. As monções
influenciam o clima do mundo todo,
principalmente das regiões tropicais. Para se ter uma idéia,
cientistas estimam que as monções marítimas na Ásia sejam
as responsáveis pelo frio na América do Norte.

Fonte: http://www.infoescola.com/geografia/moncoes-moncao/

Dieta sem glúten | Tudo o que você precisa saber!

Com as dietas da moda várias novidades e “estripulias” vêm surgindo…
Umas das mais novas é a DIETA SEM GLÚTEN. Por isto,
este texto é uma ótima fonte de esclarecimento deste tema.



O glúten é uma proteína encontrada em alguns cereais,
como trigo, aveia, centeio, cevada e malte.
Consequentemente, alimentos produzidos a partir destes cereais,
como pães, massas em geral e biscoitos também
contém glúten em sua composição. É esta proteína que confere
a viscosidade das massas e dos pães, produzidos a partir
da mistura da farinha de trigo com a água, por exemplo.
saiba mais sobre a dieta em glúten...
tudo o que você precisa saber


Fonte:
http://kilorias.band.uol.com.br/2013/06/dieta-sem-gluten-tudo-o-que-voce-precisa-saber/

Alfajor | Doce tradicional da Argentina



Alfajor (em castelhano pronuncia alfarror)
é um doce tradicional da Espanha, Argentina,
Chile, Peru, Uruguai e outros países ibero-americanos,



O nome vem do árabe al hasu e significa recheado.
Doce composto de duas ou três camadas de massa, que
após assadas devem ser levemente crocantes e macias,
quase esfarelando, mas firmes, e com recheio de
doce de leite, coberto com chocolate derretido ou
polvilhado com açúcar de confeiteiro. Com o passar dos anos,
entretanto, a receita tradicional foi perdendo espaço
para sabores de alfajor novos e exóticos.



Muito popular na Argentina, o doce é considerado um ícone
da cultura do País, onde são consumidos seis milhões de alfajores
todos os dias de mais de uma centena de marcas. A mais famosa delas,
Havanna, data de 1948 e possui mais de cento e oitenta lojas no país.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfajor

Freekeh | Trigo Freekeh | O grão da moda



O trigo freekeh(lê-se friki)
é um cereal consumido há milênios,
mas tem aparecido como novidade em restaurantes
de Nova York, Londres e outras capitais da Europa.



Muito usado na culinária árabe, o grão deve invadir
em breve os pratos brasileiros, principalmente dos
adeptos da alimentação natural. Mas será que é mesmo
um alimento compensador ou apenas mais um modismo alimentar?
saiba mais sobre o freekeh - o grão da moda
Confira 10 perguntas e respostas sobre o freekeh
:

Fonte:
http://veja.abril.com.br/blog/viver-bem/nutricao/freekeh-o-grao-da-moda/

Vidros Blindados | Vidros à prova de bala | Como são feitos?

Vidros blindados, ou vidros à prova de bala,
são feitos de um material transparente,
porém extremamente resistente, principalmente contra
à penetração quando atingindo por balas de armas de fogo,
mas, como qualquer outro material, não é totalmente impenetrável.



Geralmente, o vidro blindado é constituído por uma combinação
de dois ou mais tipos de vidro, um duro e outro macio.



A camada macia torna o vidro mais elástico, fazendo com
que ele se flexione, ao invés de se estilhaçar.



Os índices de refração dos vidros usados nas blindagens
devem ser devem ser os mais parecidos possíveis, para manter
o vidro transparente, permitindo uma visão limpa,
e não distorcida, através do vidro.
As blindagens podem variar de espessura, de 19mm a 76mm.
Saiba mais sobre
vidros blindados, ou vidros à prova de bala

Fonet: http://www.infoescola.com/curiosidades/vidro-blindado/

Shimeji | Cogumelo | Fonte de lisina e vitamina B1

Este cogumelo é encontrado em duas cores:
branco e castanho (cinza).
O Shimeji é um dos cogumelos mais difundidos no mundo.
Assim como o Shiitake, o Shimeji é muito consumido na Ásia,
principalmente na China.
É também um velho conhecido dos pratos japoneses.



O Shimeji é uma boa fonte de lisina e vitamina B1.
Mas sua melhor característica é seu sabor delicado.



Adquira-o com bom aspecto, sem manchas nem umidade aparente.
Conserve-o na geladeira e utilize-o rapidamente.



Seu sabor e aroma o tornam excelentes
para sopas, refogados e pratos de arroz



Consumido fresco ou desidratado, o Shimeji
é consumido em pouca escala no Brasil.
Sua produção ainda é limitada, sendo as colônias
japonesas e chinesas as maiores consumidoras.
Saiba mais sobre o shimeji

Fonte: http://www.cogumelosonline.com.br/shimeji/

Pé de Moleque | Doce Típico da Culinária Brasileira

O pé de moleque é um doce típico da culinária brasileira,
feito a partir da mistura de amendoim torrado com rapadura.



História
O Pé de Moleque com mel de abelhas,
havia chegado à Europa na Alta Idade Média,
trazido pelos árabes em suas incursões à península Itálica
e à Península Ibérica. Dessa invenção árabe se originaram,
antes do nosso doce, de "mel de cana("rapadura", Brasileira)",
o similar português de mel de abelhas,
o “nogat” (nome que veio do francês),
o "nougat" francês de Montélimar no Vale do Ródano,
o espanhol "turrón" de Alicante, Valência, de Toledo,
de Castuera (na Estremadura), o italiano "torrone" de Cremona,
Alba, Siena, Benevento, o siciliano "ciubatta"
e ainda o indiano "chikki", que foi levado para o oriente
pelos portugueses no início do século XVI.



Variações no Brasil
O pé de moleque surgiu em meados do século XVI
com a chegada da cana-de-açúcar à Capitania de São Vicente,
trazida pelo navegante Martim Afonso de Sousa.
O pé de moleque é extremamente popular no Brasil.



A cidade de Piranguinho no sul do estado de Minas Gerais
é famosa pela produção artesanal
do tradicional pé de moleque mineiro,
a qual tem como lema ser a capital nacional do pé de moleque.



Piranguinho ainda tem se destacado no cenário nacional,
através festa do maior pé de moleque do mundo, que já faz parte
do calendário cultural de festividades do município.
Saiba mais sobre o pé de moleque
doce típico da culinária brasileira


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A9_de_moleque

Fogazza | Espécie de pastel, feito a base de farinha de trigo

A Fogazza é uma espécie de pastel,
feito a base de farinha de trigo, recheado com queijo,
variados tipos de carne e condimentos, em geral frito em óleo,
mas pode ser assado também.
É parecida em muitos aspectos a um pequeno calzone.



Muitas pessoas confundem a fogazza com a focaccia,
que é assada ao forno, tem variados tipos de cobertura,
embora na Itália, em algumas regiões, são denominações sinônimas,
no Brasil são receitas bastante distintas.



Provavelmente a fogazza é uma variação brasileira.
Há, também, outros termos relacionados, como ficazza
(espécie de pizza de massa alta à base de batata)
ou ficazella (pastel frito), utilizados principalmente
pelos descendentes de italianos residentes na cidade de São Paulo.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Fogazza

Ágata Vermelha | O Poder da Cura e da Riqueza

Os antigos acreditavam no poder da cura e riqueza.
Eram trabalhadas em pingentes e usados como amuletos.
Pedra preciosa que trata doenças oculares, de pele,
fortalece os rins e é eficaz na maternidade.



Também chamada ágata de sangue ou ágata de fogo.
As jazidas mais importantes encontravam-se
na Alemanha, mas estão esgotadas.



Atualmente, a maioria das ágatas vermelhas
é tingida com óxido de ferro, imitando
a cornalina ou o sardo. Era usada na Roma antiga
para proteger contra picadas de insetos,
purificar o sangue e acalmar o sistema nervoso.
Hoje, sua função é puramente decorativa.

Fonte:
http://www.pedraspreciosasbrasileiras.com.br/pedras/pedras-preciosas-12
http://bemzen.uol.com.br/noticias/ver/2012/12/30/2538-pedras-do-bem