A.V.E. | Saiba mais

O Que é A.V.E.? Saiba Mais

Autor: Alexandre Vieira

O AVE, ou Acidente Vascular Encefálico é a terceira maior causa de morte no mundo desenvolvido, atrás apenas das doenças coronárias e de todos os tipos de câncer.


Para entendermos o que AVE, precisamos entender algumas funções cerebrais.


O cérebro possui um mecanismo que depende do fluxo sanguíneo adequado. É um sinal de desenvolvimento rápido de uma perturbação focal da função cerebral de possível origem vascular e com mais de 24 horas de duração.


O AVE pode causar danos severos a áreas do cérebro que controlam funções vitais, estas funções podem envolver capacidade motora, comunicação, emoções e consciência, entre outros. 20% dos casos ficam com seqüelas definitivas.


Classificação: embora existam vários tipos de AVE, é possível dividí-lo em duas categorias diferentes: hemorrágica e isquêmica. Veja:


a)  Isquêmico – sua causa é a diminuição do fluxo sanguíneo cerebral vascular (CARLOTTI JUNIOR; COLLI; ELIAS JUNIOR, 2003), sendo que a irrigação e oferta de O2(oxigênio) são inadequadas – 85% dos casos.


b) Hemorrágico – sangramento dentro do cerebelo ou tronco cerebral, geralmente causado pela ruptura de um vaso penetrante. Esse rompimento faz com que o sangue seja extravasado sobre pressão no parênquima cerebral (ANDRÉ, 1999).


Algumas características do AVE, tanto isquêmica, quanto hemorrágica, podem ser verificadas abaixo, sendo:


a) Trombose cerebral: que é um coágulo que se forma dentro de um grande vaso sanguíneo do cérebro que gradualmente diminui ou para o suprimento de sangue a determinada área.



b) Hemorragia cerebral: é a ruptura de um vaso sanguíneo, geralmente uma artéria do cérebro, resultando uma hemorragia e num aumento da pressão na área afetada.



c) Embolia cerebral: é resultado de uma entrada de um coágulo ou de gordura na corrente sanguínea arterial, dentro do sistema circulatório, e que eventualmente se localiza num vaso do cérebro, interrompendo então o suprimento sanguíneo à área irrigado por este vaso.


Para que se obtenha resultados dinâmicos e progressivos, é um importante um trabalho multidiscilplinar: Médicos, Enfermeiros, Terapeuta ocupacional, Assistente social, Fonoaudiólogo, Psicólogo e Professor de Educação Física.


Toda e qualquer atividade física nestas situações devem ser avaliadas e prescritas por um médico.

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Perfil do Autor

Professor Especialista pela UNIFESP - Escola Paulista de Medicina em Bases Metodológicas e Fisiológicas do Treinamento Desportivo.

Graduado pela USP em Licenciatura em Educação Física (Aluno-especial - 1996) Graduado pela UNISA em Licenciatura e bacharelado em Educação Física (1998).

Experiência nas disciplinas de Ensino Superior: a) Metodologia de ensino I, II e III; b) Filosofia, Sociologia e História da Educação e da Educação Física; c) Didática de ensino e Prática de Ensino; d) Educação Física Adaptada (deficiência física, mental, auditiva e visual) e) Atividade Física para saúde (Cardiopatias, Obesidade, Diabetes( tipo I e II ), Distúrbios Respiratórios, Distúrbios Posturais, Distúrbios Ortopédicos, Gravidez, Aids, Câncer e Síndromes raras), e suas implicações em programas de exercícios físicos. f) Estágio Supervisionado g) T.C.C.

Docente na UNIBAN - Brasil.

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